Nuno Crato | Sobre a língua portuguesa

“(…) Em relação à utilização da língua portuguesa em Timor, o ministro lembrou que o país esteve ocupado pelos indonésios e que “durante esse tempo o ensino do português não era permitido”.

“Há toda uma geração que regressou a línguas locais, sem apoio da língua portuguesa. Portanto, houve aqui um buraco na história de Timor-Leste, mas é muito emocionante ver, por exemplo, quando estamos na inauguração de uma escola que a população local canta o hino português e percebe português”, disse.

Segundo Nuno Crato, há uma geração a partir dos 40, 50 anos que “percebe o português, gosta muito de ouvir e de falar o português e há uma geração intermédia entre os 25 e os 35 que tem muitas dificuldades com o português”.

O ministro da Educação de Timor-Leste, João Câncio, disse em novembro à Lusa que os últimos dados indicam que cerca de 35 por cento da população fala português.

A relatora especial da ONU para os Direitos Humanos e Extrema Pobreza, Magdalena Sepúlveda, alertou também em novembro que mais de 40 por cento da população timorense não saber ler nem em tétum, nem em português, as duas línguas oficiais do país.

“É muito fácil aprender português e essa aprendizagem é fundamental para o desenvolvimento das crianças. Esta é a visão do ministro João de Câncio (ministro da Educação de Timor-Leste) e é uma visão que apoiamos por completo”, salientou.(…)” (Sapo | Lusa)

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