GNR e Fundação Alola entregaram brinquedos a crianças internadas no Hospital de Díli

Díli, 06 abr (Lusa) – Livros e brinquedos doados por crianças em escolas portuguesas foram hoje entregues pela GNR, em coordenação com a Fundação Alola, à sala de apoio infantil da ala pediátrica do Hospital Guido Valadares, em Díli, Timor-Leste.

Segundo explicou à Lusa Pedro Nogueira, comandante do Subagrupamento Bravo da GNR, tratou-se de dar continuidade a um projeto que vem sendo desenvolvido desde 2009, em coordenação com a Fundação Alola, tendo hoje sido entregue mais uma remessa de brinquedos, puzzles e livros infantis.

“A sala tem funcionado muito bem. É um espaço onde as crianças internadas que conseguem ter alguma mobilidade vão ver um filme, ouvir música, ler um livro, ou brincar com os brinquedos que lá estão”, disse. “É um espaço deles e o que fizemos hoje foi reforçar essa sala com material doado por crianças portuguesas nas escolas, que trouxemos para cá”, explicou Pedro Nogueira.

A sala de apoio infantil foi inaugurada pela fundação Alola com o apoio do Subagrupamento Bravo, em 12 de dezembro de 2009. É um espaço onde as crianças têm brinquedos, televisão, livros e espaço para brincar, procurando tornar menos penoso o seu período de internamento no Hospital.

A particularidade de uma timorense ter dado à luz três gémeos no Hospital de Díli chamou a atenção dos militares para as grandes dificuldades económicas do casal que, já com um filho de nove anos que nunca frequentou a escola e um historial de três filhos falecidos vítimas de doenças infantis, não tem quaisquer meios de subsistência.

A falta de condições económicas para garantir a sobrevivência dos bebés nesta primeira fase de vida, levou a que os militares da GNR se disponibilizassem ainda para apoiar com bens alimentares a família.

Segundo o capitão Pedro Nogueira, a GNR vai tentar agora fazer uma recolha de bens em Portugal mais direcionada para as necessidades identificadas através de parceiros locais como a Fundação Alola. Participaram na ação de solidariedade Kristy Gusmão, presidente da Fundação Alola, a direção do Hospital de Díli e vários funcionários, além de militares do Subagrupamento Bravo da GNR.

MSO. Lusa/Fim
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2 comentários

  1. Artur José Vieira Tavares · · Responder

    VIVA TIMOR LOROSAE E SEU POVO.

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  2. Então e os “loromonu”, não são gentes e povo de Timor? : )

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