A GNR permanecerá em Timor-Leste depois da saída da UNMIT

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As autoridades timorenses estão dispostas a pagar para que a GNR continue no país depois da saída da Missão das Nações Unidas (UNMIT), em 2012, disse o Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta.

Em declarações à margem da cerimónia de condecoração da GNR com a medalha da Missão da UNMIT e a medalha da solidariedade de Timor-Leste, o chefe de Estado salientou a importância do papel da força policial portuguesa na formação da polícia timorense (PNTL).

«A formação de uma polícia não se faz em dois ou três anos e por isso acredito que essa cooperação bilateral pode continuar por muitos mais anos e terá que ser, obviamente, financiada pela parte timorense. Não podemos sempre esperar que seja Portugal a arcar com as responsabilidades», disse.

«Afastada a continuidade das Nações Unidas, e havendo a necessidade de uma presença operacional aqui da GNR para apoiar a PNTL, terá de ser no âmbito de uma cooperação bilateral e directa entre Portugal e Timor-Leste», defendeu Ramos-Horta. (LEIA A NOTÍCIA COMPLETA NO SOL ONLINE)

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