Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres

C O M U N I C A D O D E I M P R E N S A

Mensagem de S.E. o Presidente da República pelo
Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

O Presidente da República, Dr. José Ramos-Horta, sauda hoje o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, instituído por resolução da Assembleia-Geral das Nações Unidas a 17 de Dezembro de 1999.
A celebração desta efeméride, ininterruptamente desde há uma década, é um convite aos governos de todo o mundo, organizações internacionais e não-governamentais (ONGs) para alertarem a opinião pública contra a violência de que as mulheres são vítimas.
A data de 25 de Novembro evoca a do brutal assassínio de três activistas da República Dominicana, as irmãs Mirabal, por ordem do então ditador Trujillo, em 1960.

A mensagem do Chefe de Estado de Timor-Leste e Laureado Prémio Nobel da Paz, Dr. José Ramos-Horta, diz:

Hoje é celebrado o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
Uma oportunidade para lembrar sobretudo os jovens, mas também os homens feitos de que as mulheres – as nossas mães, esposas, irmãs, filhas – devem ser merecedoras do maior respeito e dedicação em Timor-Leste, a mais jovem Democracia do mundo, que quer ser uma referência de estabilidade social e de maturidade dos seus cidadãos.
Quem sofreu a violência, a marginalização e a pobreza durante séculos, deve ser hoje um exemplo de paz, de tolerância e de vontade de bem-estar.
Devemos ser solidários com as mulheres, partilhar as suas responsabilidades, ajudá-las nos seus afazeres diários, comunicar mais e melhor com elas para, juntos, vivermos em maior harmonia e sermos mais felizes.
Em sã convivência, poderemos fazer do sonho uma realidade e construir uma vida melhor e mais próspera.

Em sintonia com o Presidente Timorense, a mensagem do Secretário-Geral da ONU, Bem Ki-moon, indica que “a verdadeira raiz do problema está nos preconceitos e discriminações” de que as mulheres são em geral vítimas.
Ban Ki-moon também se insurge contra a ”violência doméstica”, mas faz referência a “crimes imperdoáveis” , bem mais graves e que flagelam algumas regiões do mundo: “o recurso `a violação como arma de guerra, o tráfico sexual, os homicídios por ‘honra’ e as mutilações genitais”.

CPR – Díli, 25.NOV-09

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