Assim vai a Economia timorense…

PALOP/Timor-Leste: Economias mais débeis têm potencial elevado de crescimento – Banco Portugal


Lisboa, 07 Out (Lusa) – As economias dos PALOP e de Timor-Leste têm um potencial elevado de crescimento, apesar da crise económica mundial, embora alguns Estados necessitem de normalizar as situações sociopolíticas para seguir os exemplos de Angola, Cabo Verde e Moçambique.

A constatação está nos dados contidos num relatório hoje divulgado pelo Banco de Portugal, “Evolução das Economias dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e de Timor-Leste – 2007/2008”, com dados até Agosto último.

…/…

Em relação a Timor-Leste, as “tensões políticas dos últimos dois anos” provocaram “alguma fragilidade” nas contas do Estado, gerando também um “obstáculo ao desenvolvimento económico”, com a inflação a subir uma décima, de 8,9 para 9 por cento.

No entanto, apesar das dificuldades, a economia retomou a linha de crescimento, sobretudo na área ligada ao PIB não petrolífero, que ascendeu a 7,8 por cento, permitindo ajudar a pôr cobro à recessão registada em 2007 (-5,8 por cento).


Artigo completo aqui: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/ee564df6882c0eb2674e56.html


No XVIII Encontro de Lisboa das delegações dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste à assembleia anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (BM), a decorrer hoje em Lisboa, os governadores dos bancos centrais dos países africanos lusófonos e de Timor-Leste mostraram-se confiantes na capacidade dos seus países enfrentarem a crise financeira internacional, mas temem uma redução de investimento e ajuda, e “esquecimento” da “outra crise”, a da inflação.
…/…
Raquel Gonçalves Costa, directora da Autoridade Bancária de Pagamentos de Timor-Leste, salientou que os activos do sistema bancário têm vindo a aumentar, sobretudo graças a uma subida dos depósitos, deixando a banca timorense em boas condições para lidar com a situação de aperto financeiro.


“As reservas actuais são mais do que suficientes para fazer face à situação”, afirmou.
Referiu ainda que “O fundo petrolífero de Timor-Leste, alimentado com as receitas da produção de hidrocarbonetos do país, atingirá 4.000 milhões de dólares no final do ano.
Raquel Gonçalves Costa adiantou que, em 2007, os rendimentos do sector petrolífero subiram para o equivalente a 340 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) timorense.
“Um dos grandes desafios (de Timor-Leste) é como gerir a riqueza assegurando o desenvolvimento sustentável da economia não-petrolífera”.
“Outro problema, adiantou, é a taxa de inflação, que no ano passado duplicou para nove por cento, sobretudo devido à subida do preço de bens importados, como gasolina e arroz”, afirmou Raquel Costa, ao intervir no XVIII Encontro de Lisboa com as delegações dos países africanos lusófonos e Timor-Leste à Assembleia Anual do Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: